Paróquia São Benedito
 
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História da Paróquia:
A paróquia de São Benedito de Itapira foi criada e instalada em em 6 de novembro 1965 pelo Arcebispo de Campinas, Paulo de Tarso, tendo como seu primeiro pároco o Padre José Roque de Paiva.
A matriz de São Benedito está localizada no largo e bairro de mesmo nome, onde ocorre a famosa festa em louvor a São Benedito ("Festa de Maio"), comemorada em Itapira no dia 13 de Maio, dia da libertação dos escravos no Brasil.
Atualmente é ministrada pelo Padre Candido Eduardo da Costa e conta com as comunidades de Nossa Senhora de Fátima, Nossa Senhora das Graças, São Pedro, Santa Terezinha, Santa Luzia e as comunidades do Bairro do Rio Manso e dos Pires.
Suas principais Pastorais e Movimentos são: Pastoral da Catequese, Grupo de Jovens, Pastoral da Saúde e Pastoral do Batismo.

Decreto de Criação da Paróquia
Comunidades:
Comunidades Urbanas:

Matriz de São Benedito
Largo São Benedito

Nossa Senhora de Fátima
Vila Boa Esperança

São Pedro e Santa Luzia
Juscelino K. de Oliveira (Nosso Teto)

Santa Teresinha
Della Rocha II

Nossa Senhora das Graças
Brás Cavenaghi

Comunidades Rurais:

São João Batista
Bairro dos Rio Manso

São João Batista
Bairro dos Pires
Horários de Missa:
Matriz São Benedito
1ª Sexta-feira: 19 horas
Sexta-feira: 7 horas
Sábado: 16 horas
Domingo: 8 e 17 horas

Nossa Senhora de Fátima
Dia 13 de cada mês: 20 horas
Domingo: 10 horas

São Pedro e Santa Luzia
Sábado: 20 horas

Santa Terezinha
Toda Terça-feira: 19 horas e 30

Nossa Senhora das Graças
Toda quarta-feira: 19 horas e 30

São João Batista - Bairro Rio Manso
3ª sexta-feira de cada mês: 20 horas

São João Batista - Bairro dos Pires
2ª quinta-feira de cada mês: 20 horas
São Benedito:
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Os pais de Benedito eram descendentes de escravos trazidos da Etiópia para o Ocidente, na atual região da Sicília, Itália. Foram libertos por seus senhores, tomando assim o sobrenome deles, como era costume. Chamavam-se Cristóvão Manassari e Diana Larcari (ou Arcan). Sua família era pobre e o Mouro, como Benedito era chamado, quando criança foi pastor de ovelhas e quando adolescente lavrava a terra. Com 18 anos decidiu consagrar-se ao Senhor mas, somente com 21 anos, foi chamado por um monge para viver entre os Irmãos Eremitas de São Francisco. Professou os três votos: pobreza, obediência e castidade. Levava uma vida quaresmal, que significa fazer penitência sem reclamar e os sacrifícios mais duros sem descanso.

Vivia em isolamento, vestido com um velho e remendado hábito, sempre descalço, não usava coberta nem colchão para dormir e fazia sacrifícios. Muitas pessoas iam procurá-lo e recebiam conselhos, orações e curas. Ele insistia em dizer que não era ele quem realizava aquelas curas e sim Deus e a Mãe de Jesus Cristo.

Passados 17 anos no deserto, Frei Benedito foi obrigado a se mudar. Foi para um dos conventos dos Capuchinhos, o de Santa Maria de Jesus, situada a 3 Km de Palermo. Passou depois pelo convento de Sant’ Ana di Giuliana, voltando em seguida para o primeiro, onde permaneceu até a morte.

No convento, Benedito foi escalado para ser cozinheiro e permaneceu nesse serviço humilde até que foi eleito pelos seus irmãos de comunidade como superior do Mosteiro. Era leigo, analfabeto, filho de escravos e de cor preta, mas foi eleito pela sua santidade, prudência e sabedoria. Implorou ao seu superior para dispensá-lo desse cargo, sem conseguir.

Nos processos da Igreja para canonização de São Benedito foi aceito que a única explicação para sua sabedoria era a de que ele possuía o dom da ciência infusa, isto é, em outras palavras, era iluminado pelo Espírito Santo. Somente sendo iluminado pelo Espírito de Deus é que ele poderia esclarecer aos doutores e letrados de seu tempo a respeito de teologia, Sagradas Escrituras e outras questões de moral, dogmas, etc. pois nunca estudara para isso. Profetizou também muitas vezes, com acerto incrível. Além da Itália, também Portugal e Espanha conheceram em vida São Benedito e seus milagres.

Em 1589 Frei Benedito adoece e, contra todas as expectativas e convicção do médico, cura-se, conforme profetizara. Adoece novamente um mês depois sofrendo 29 dias seguidos. Cumprindo sua vontade, foi enterrado logo que morreu em vala comum, sem distinção de espécie nenhuma. O povo todo estava ausente, pois havia uma festa muito popular nesse dia.

É hoje um dos santos mais populares, de norte a sul do país. Antes mesmo de ser canonizado era venerado na Bahia. Seguiu para Roma, já em 1686, para aprovação, os estatutos da Irmandade do Bem-aventurado Frei Benedito de Palermo. Da Bahia e do Maranhão, onde havia os maiores contingentes de escravos negros, espalhou-se sua devoção para o resto do Brasil. Hoje não há cidade ou vila sem uma igreja ou um altar dedicado ao santo. Em sua honra são promovidas festividades pela religiosidade popular, de modo particular com base nas danças oriundas da África.

No Brasil, a festa em louvor a São Benedito é celebrada em 5 de outubro. Em Itapira, além da comeração realizada em outubro, celebra-se também a Festa de São Benedito no dia 13 de maio, data da libertação dos escravos no Brasil, sendo está a maior e mais tradicional festa da região.
Pároco:
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Nome:
Padre Candido Eduardo da Costa

Nascimento:
10/02/1973

Ordenação:
12/12/2002

E-mail:candidoedu@paroquiasbi.org.br

Breve Histórico:

Padre Candido Eduardo da Costa nasceu na cidade de Bragança Paulista no dia 10 de fevereiro de 1973. Aos 8 anos mudou-se para Águas de Lindóia.
Recebeu a Primeira Eucaristia com 12 anos e o Sacramento do Crisma com 16 anos.
Aos 22 anos entrou no Seminário, onde cursou os três anos de Filosofia e os quatro anos de Teologia, na PUC Campinas, morando na mesma cidade. Terminado o curso foi ordenado Diácono no dia 12 de setembro de 2002, na Igreja Matriz de Nossa Senhora da Penha e no dia 12 de dezembro, ordenando Presbítero na Igreja Matriz de Cristo Rei, em Águas de Lindóia.
No dia 26 de dezembro do mesmo ano, assumiu juntamente com Padre Pedro Maia Pastana a Paróquia de Santo Antônio e São Benedito, com o qual trabalhou por quatro anos. No dia 28 de dezembro de 2006, assumiu com o título de pároco a Paróquia de São Benedito, por um período de 6 anos, portanto, até dezembro de 2012.
Secretaria Paroquial:
Responsáveis: Gislaine

Horário de Funcionamento:
Segunda a quinta-feira: das 8 às 11 e das 13 às 17 h
Sexta-feira: das 8 às 11 h e das 13 às 17:30 horas
Sábado: das 8 às 13 h

Telefone:(19) 3863-1939 /98202679

E-mail: paroquia@paroquiasbi.org.br

Principais Serviços:
Agendamento de batizados, casamentos, missas, inscrições e informações sobre processo matrimonial, catequese, Crisma, cursos de Noivos e outros cursos. Atendimento em geral.
Vida de São Benedito:
Benedito, o Santo Negro

Diz o Ofício Litúrgico de São Benedito do próprio da Ordem Franciscana: "Benedito que pela sua cor preta foi chamado o santo preto". Benedito era de família descendente da África. Seus avós eram etíopes. Benedito, portanto, tinha a pele de cor negra. Uma piedade falsa dos séculos 19 e 20 (até os anos 50) queria atribuir uma cor de pele morena, quase branca, ao nosso santo, como se não ficasse bem a glorificação nos altares da raça negra. Assim como Benedito, também Santo Elesbão e Santa Efigênia são de cor negra e deram muitas glórias ao Senhor e à Igreja.

Humilde foi a origem do santo negro. Benedito era filho de Cristovam Manasseri e Diana Larcan, descendentes de escravos trazidos da Etiópia, África, para a Sicília, Itália. O pai fora escravo de um rico senhor, Vicente Manasseri, e dele recebera o sobrenome. Diana, sua mãe, fora libertada por um cavalheiro da Casa de Lanza. E como os escravos tomavam o nome de seu senhor, veio a chamar-se Diana Larcan ou de Lanza.

Casados, Cristovam e Diana viviam como bons cristãos, fiéis à Lei do Senhor e humildes numa vida de oração e trabalho. Sua mãe, conforme consta do processo de beatificação de São Benedito, era devota fervorosa do Santíssimo Sacramento e extremamente caridosa para com os pobres, dons que Benedito herdaria por toda a vida. Cristovam era fervoroso, voltado para Deus, a família e o trabalho. Recitava diariamente com edificante piedade o Rosário de Maria e o ensinava a quantos com ele trabalhava. Diante dele ninguém blasfemava ou dizia obscenidade. Tantas vezes podia, aproximava-se da Mesa Eucarística. Mereceu a confiança dos patrões, pela honestidade e retidão que o caracterizavam no trabalho. Por isso, foi nomeado chefe dos trabalhadores. Dispunha os seus bens em favor dos mais pobres.

Um fato que chama a atenção na vida do pai de Benedito: por ciúmes, alguns companheiros de trabalho o caluniaram, dizendo que ele dilapidava os bens do patrão em nome da caridade. O honesto feitor viu-se do dia para a noite deposto de seu cargo, sofrendo vergonha e humilhação. Deus veio em seu socorro: os negócios de Manasseri não iam bem e sua terras já não produziam como antes. Morriam seus animais e seus campos eram vítimas de pragas. O patrão percebeu a injustiça que havia cometido e mandou chamar Cristovam e o reintegrou no cargo de ofício, com mais poder e autoridade que antes. Fez ainda mais: deu ao escravo piedoso e fiel, toda a liberdade para socorrer os pobres que o procurassem. Deu muitas esmolas e os negócios de Manasseri prosperaram.

Outro fato que chama a atenção nos pais de Benedito é de que fizeram voto de castidade ao contraírem matrimônio, vivendo na penitência, no trabalho e na oração. Foi o patrão quem persuadiu os pais à exercerem os seus direitos de matrimônio, prometendo dar liberdade aos seus descendentes. Assim o fizeram, assim nasceu Benedito, fruto de uma bênção especial de Deus: Bendito! Bendito! Bendito! Era o ano de 1524. Nasceu livre quanto à condição, e mais livre quanto à santa liberdade dos remidos pelo Sangue do Cordeiro. Dele se dizia: Negro e muito formoso, devido os traços finos de seu rosto.

A formação cristã do pequeno Benedito se deve à sua mãe, Diana, virtuosa e rica da graça do Senhor. Benedito crescia em idade, sabedoria e graça diante de Deus e dos homens. Cristovam e Diana, repartindo o tempo entre a oração,o trabalho e a educação de seu primogênito, viviam santamente e Benedito era levado à Igreja pelas mãos paternas. Tiveram outros filhos: Marcos, Baldassara e Fradella. Esta casou-se com um escravo chamado Antonio Nastasi, com o qual teve uma filha, Violante, que mais tarde entrou para um convento da Ordem Terceira de São Francisco, recebendo o hábito de seu tio Benedito. Chamou-se Soror Benedita e viveu santamente. Morreu em Palermo, e há testemunhas que atestam milagres operados por Deus com a sua intercessão.

Benedito foi pastor de ovelhas. Foi muito fiel ao seu dever. Enquanto pastoreava, rezava piedosamente o Rosário. Procurava os lugares mais afastados, pelos altos montes, com boa pastagem e água para seu rebanho, para poder também orar e meditar. Certa vez o encontraram escondido em uma gruta, num momento de folga, de joelhos, olhos fixos no céu, todo arrebatado em êxtase. À partir desse dia, nunca mais o ridicularizaram.

Aos dezoito anos, Benedito se abrasou no amor do Senhor e demonstrou interesse em se dedicar totalmente a Jesus. Com sacrifícios, conseguiu comprar uma junta de bois, e com eles passou a ganhar alguns trocados e socorrer os pobres. Isso durou até completar vinte e um anos de idade.

Frei Jerônimo Lanza, natural de San Marco, abandonou o mundo e se recolheu com alguns companheiros num eremitério de Santa Dominica, na região de Caronia. O Papa Júlio III autorizou aos novos eremitas professarem a Regra Seráfica de São Francisco, juntando ainda aos votos de pobreza, obediência e castidade, o voto de vida quaresmal, que os levava a jejuar 3 dias por semana. Numa de suas viagens, Jerônimo conheceu Benedito, que num momento de descanso era injuriado e zombado pelos companheiros de trabalho por causa da cor da pele. Frei Jerônimo ouviu e repreendeu severamente os injustos e lhes disse em tom profético: "Ah! hoje fazeis caçoada e ridicularizais este pobre negrinho; mas daqui a poucos anos vereis a sua fama correr todo o mundo!". Voltando-se para o patrão lhe disse: " Eu vos recomendo muito este moço porque logo ele virá em minha companhia e se há de tornar um santo religioso!"

Alguns dias depois, Frei Jerônimo voltou àquele lugar e diz, ao ver Benedito: "Que fazes aqui? Vamos! Vende estes bois e vem comigo." Benedito não teve dúvidas e o seguiu. Seus pais, não obstante necessitassem da ajuda monetária do filho, não se opuseram à vocação do filho.

Os irmãos Eremitas Franciscanos levavam vida austera, em extrema pobreza. Mendigavam o pouco de pão nas vizinhanças, e tinham algumas ervas e água para sustentar. A habitação era paupérrima, estreita e sem conforto. Vestiam-se de grosseiro pano e passavam longas horas em oração. Depois da sua profissão solene, Benedito quis usar um manto parecido com o de São Paulo Eremita, feito de folhas de palmeira, com um capuz de lã muito velha protegendo a cabeça. Em 1562, contando o santo com 38 anos de idade, o Papa Pio IV, ouvindo os apelos de eremitas que não suportavam os rigores do 4º voto, o de vida quaresmal, ordenou que os eremitas de Frei Jerônimo se recolhessem a qualquer dos conventos franciscanos regulares, dispensando-os do 4º voto.

Benedito, indeciso quanto ao convento em que se recolheria, foi orar na Catedral Metropolitana de Palermo, diante da imagem de Nossa Senhora, sob o título de Madona di Libera Inferni e, chorando, pediu a intercessão da Mãe para a sua escolha. Ouviu a voz da Mãe falando no seu coração: "Meu filho, é vontade de Deus que entres para a Ordem dos Frades Menores Reformados": Sua vocação estava resolvida! Agradecendo à Maria, foi imediatamente ao Convento de Santa Maria di Gesú, duas milhas de Palermo. Fatos importantes da vida de Benedito no Convento de Santa Maria di Gesú:
• Foi recebido em festa pelo Guardião dos Franciscanos Frei Arcângelo de Scieli, que conhecia sua fama de santidade;
• Depois de poucos dias, foi enviado ao Convento de Sant¹Ana di Giuliana, um dos Mosteiros mais fervorosos da Ordem;
• Após 3 anos, voltou ao Convento de Santa Maria di Gesú, onde ficaria até a morte;
• Seu primeiro ofício foi o de cozinheiro, juntando a atividade de Marta à contemplação de Maria (Lc 10, 38-42). Fez da cozinha um santuário de oração, vivendo sempre alegre e cheio de mansidão para com todos;
• Início dos prodígios: o Capítulo da Ordem iria se realizar no Convento. Devido a neve, os frades não poderiam mendigar conforme a Regra estabelecia Por descuido, o Superior não providenciou o necessário. Como a situação era grave, Benedito chamou um de seus auxiliares e o mandou encher umas vasilhas de água. Diante do espanto do Irmão, que sabia não haver carnes ou peixes para a refeição, Benedito replicou: enche as vasilhas e cobre-as com tábuas. Recolheu-se aos seus aposentos e pôs-se a rezar. Ao amanhecer, chama seu auxiliar e vão à cozinha. Ali ocorreu o milagre: grandes peixes, suficientes para várias refeições, estavam nas panelas;
• Certo dia a carne chegou atrasada e os frades começaram a pedir a mesma. Benedito disse que a mesma estava ao fogo há poucos minutos, mas iria ver o que fazer. Encontrou a carne bem temperada, cozida e pronta;
• Trinta operários prestavam serviços voluntários no convento. Certo dia, porque vieram sem prévio aviso, encontraram as despensas do Convento vazias. Benedito pôs-se em oração e serviu farta refeição aos operários e ainda sobraram alimentos para a despensa;
• Sem lenha para o fogão, Benedito subiu ao monte e encontrou uma grande árvore derrubada por raio. Seriam necessários vários homens fortes para conduzirem a mesma. No entanto Benedito a colocou no ombro sem nenhum esforço, causando espanto a todos os que viam a cena;
• O Arcebispo de Palermo, Dom Diogo d´Abedo, gostava de se recolher uns dias para descansar e rezar no Convento de Santa Maria di Gesú. Vindo para as festas do Natal, trouxe consigo grande quantidade de víveres. Na missa da aurora do Natal, Frei Benedito, abrasado de santo amor, vai receber a Santa Comunhão. Sente o Menino Jesus em seu coração como no presépio de Belém. Chora ao contemplar um quadro ao lado do Altar. Caiu em êxtase, ficando ali várias horas arrebatado, sem pensar nos trabalhos da cozinha. Quando estava para começara Missa solene Pontifical, o Superior foi à cozinha e viu o fogo apagado. Clamou por Benedito, reclamando o almoço para logo depois da Missa. O Convento ficou em polvorosa, para não fazer feio diante do Arcebispo. Foi o turiferário quem encontrou Benedito a contemplar o Menino Jesus , chamando sua atenção quanto ao almoço. A resposta de Benedito o desconcertou: Não se aflija, irmão! Após a Missa, acendeu uma vela e voltou a rezar. Os irmãos o injuriavam, revoltados com a preguiça e o descaso do frade negro. Viam a vergonha diante dos olhos. Benedito calou-se e calmamente acendeu o fogo. Quando chegou o horário da refeição e o Superior ordenou a arrumação da mesa, viram dois belos jovens acabando de preparar suculento banquete para o Arcebispo e todos do convento. As injúrias se transformaram em louvores e graças ao Senhor e ao humilde servo;
• Benedito era leigo e analfabeto. Mesmo assim, tornou-se Superior do Convento e modelo admirável no governo daquela casa;
• Em 1578, reuniu-se o Capítulo Provincial dos Franciscanos no Convento de Santa Maria dos Anjos, em Palermo. Houve a separação da Reforma e da Observância da Regra, sendo que o Convento onde Benedito morava passou à Ordem Reformada. Frei Benedito foi eleito Superior, por sua santidade e servidão. Enquanto todos se alegravam, Benedito se entristeceu e procurou o Padre Superior, rogando que o liberasse desse cargo, pois era analfabeto e ignorante. Seu Superior não o liberou e, em nome da Santa Obediência declarou: Doravante serás o Superior do Convento de Santa Maria di Gesú. A Benedito coube somente obedecer;
• Sua firmeza e observância das Regras faziam com que o Convento tivesse uma vida ativa e cheia de graça;
• Alguns autores dizem ter sido Frei Benedito Mestre de Noviços. Há autores que discordam, pois esse cargo era exercido somente por Presbíteros. Mas a dúvida continua, pois já havia acontecido a exceção quando Benedito foi indicado para o cargo de Superior, exercido também por um Presbítero;
• Os noviços tinham grande admiração por Benedito e tinham nele um grande conselheiro;
• Benedito tinha o Dom da Ciência Infusa. Sem saber ler ou escrever, conseguia dar aulas sobre todos os assuntos ligados à Religião, à Ordem ou à Fé. Tinha muita clareza, espírito e unção. Teólogos e Mestres ouviam atentamente o grande santo;
• Segundo Frei Giacomo di Pazza, uma das testemunhas do processo de beatificação, não se passava um dia sem que acontecesse um prodígio operado pela intercessão de São Benedito;
• Um dos milagres operado em vida: várias senhoras, num carro puxado por cavalos, sofreram um grave acidente, no qual D. Eleonora caiu sobre uma criança de cinco meses de idade, tendo a criança morrido asfixiada. Diante do desespero de todos, Benedito tomou a criança nos braços, põe a mão na testa gelada e recita algumas orações. Entregando a criança, disse: a senhora já pode amamentar a criança. A criança morta, em contato com o seio da mãe, adquire vida novamente e suavemente suga o leite da mãe (na imagem tradicional, São Benedito está carregando essa criança, e não o Menino Jesus, como muitos acreditam);
• Uma criança morreu esmagada sob o peso do pai e do carro puxado por cavalos em que estava. Pedindo confiança em Deus e em Nossa Senhora, Benedito toma nos braços a criança, enquanto inicia a oração. Ao fazer o sinal da Cruz sobre a criança, esta abre os olhos e pôs-se a chorar e gritar. Ressuscitara maravilhosamente;
• Também um cego recupera a visão quando Benedito lhe faz o sinal da Cruz sobre os olhos; outro cego, que perdera a visão há um ano, sem conseguir resultados com os médicos, recupera a visão quando Benedito lhe faz o sinal da Cruz sobre os olhos;
• Incrível! Até um cavalo é ressuscitado por Benedito, o cavalo que era do serviço do Convento e que caíra num abismo;
• Após servir os pobres, Frei Vito vira chegar soldados espanhóis famintos e sedentos. Assustado, viu que havia poucos pães em seu cesto. Instado por Benedito a servir os soldados, percebeu que o cesto não se esvaziava e assim pôde alimentar grande contingente de soldados;
• Um pescador pobre, pai de sete filhos, não conseguia pescar um mísero peixe sequer. Vendo a aflição do pobre homem, Benedito orou e o pescador viu quantidade inacreditável de peixes em sua rede; Muitas curas físicas foi realizada por Deus sob a intercessão de São Benedito, em vida e após a sua morte.


Em fevereiro de 1589 Benedito caiu gravemente enfermo. Embora seu médico, de grande fama na região, previsse sua morte, Benedito o alertou que ainda não havia chegado sua hora. Portanto, recuperou-se. Em março tornou a adoecer, com uma febre muito altta. Nenhum remédio o aliviava. Previu então sua morte e fez um pedido estranho: "enterrem logo o meu corpo para que não tenham contrariedade".

Recebeu a Unção dos Enfêrmos e o Viático, preparando-se para o encontro com o Senhor. Não aceitou ainda a colocação das velas em suas mãos, pois avisaria quando chegasse a hora. Recebeu a visita de Santa Úrsula e as onze mil virgens em visão. Daí poucos minutos, chamou Frei Guilherme e mandou que acendesse a vela e pusesse em suas mãos. Era chegada a hora. Exclamando "Jesus! Jesus! Minha Mãe doce Maria! Meu pai São Francisco", Benedito faleceu na paz do senhor. Era 19 horas de 4 de abril de 1589, terça-feira de Páscoa, aos 65 anos de idade, dos quais passara 21 anos no mundo, 17 no Eremitério e 27 na Ordem Franciscana.

A profecia de que era preciso enterrar logo o seu corpo, cumpriu-se após o velório. Multidão invadiu o Convento querendo relíquias ou lembranças do grande santo. Em 7 de maio de 1592, seu corpo foi transladado pela primeira vez. Do seu corpo exalava sublime perfume, sendo seu corpo encontrado em perfeito estado de conservação, sem uso de qualquer produto químico. Em 3 de outubro de 1611 foi feita a segunda transladação do corpo, colocado em urna de cristal. Ainda hoje continua conservado, exposto em Urna Mortuária para visitação pública numa Capela lateral da Igreja de Santa Maria, em Palermo, Itália.


Igreja e Convento Franciscano de "Santa Maria di Gesù"



Onde viveu São Benedito e a porta de seu quarto



Cidade de San Fratello - Província de Messina - Sicília - Itália, onde nasceu São Benedito

Fonte: São Benedito, o Santo Negro - Monsenhor Ascânio Brandão
Industria Gráfica Siqueira, 1949
Site: http://www.saobeneditodasvitorias.com.br/id16.htm


Diocese de Amparo:
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Dados Gerais:
Ano de Criação: 1958
Bispo: Dom Francisco José Zugliani
Bispo Eleito: Monsenhor Pedro Carlos Cipolini
Endereço: Rua Conde de Parnaíba, 294 CEP 13900-970 - Caixa Postal 248 Amparo (SP)
Fone: (19) 3807-3192
E-mail: diamparo@uol.com.br
Arquidiocese: Campinas

Breve Histórico:
A Diocese de Amparo (Em latim Diœcesis Amparensis) é uma divisão territorial da Igreja Católica no estado de São Paulo. Foi criada a 23 de dezembro de 1997 pela Bula Papal "ECCLESIAE UNIVERSAE" concedida pelo Papa João Paulo II.

No dia 25 de março de 1998, numa solenidade com a presença de Dom Gilberto Pereira López, Arcebispo Metropolitano de Campinas, deu-se a instalação da Diocese de Amparo, e tomou posse como primeiro Bispo Diocesano Dom Francisco José Zugliani.

A diocese de Amparo é uma Regional da Arquidiocese de Campinas e abrange os municípios paulistas de Amparo, Águas de Lindóia, Holambra, Itapira, Lindóia, Mogi Mirim, Monte Alegre do Sul, Pedreira, Jaguariúna, Santo Antônio de Posse e Serra Negra.
Paróquia Nossa Senhora das Graças:
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Paróquia Nossa Senhora das Graças
Praça Idalina Abreu Sodré, s/nº - Centro
Cx Postal 87 - Fone/Fax: (19) 38241156
Cep: 13.940-970
Águas de Lindóia SP
e-mail: nossasenhoragraças@ig.com.br
Pároco: Padre Pedro Maia Pastana
Paróquia Nossa Senhora do Amparo - Catedral:
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Paróquia Nossa Senhora do Amparo - Catedral
Praça Mons. João Batista Lisboa, s/nº
Cx Postal 58 - Fone: (19) 38075748 - Fax: (19) 38072193
Cep: 13900-970
Amparo SP
e-mail: paroqnsamparo@uol.com.br
Pároco: Padre Francis Tadeu de Oliveira Mistrelli
Paróquia São Benedito - Amparo:
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Paróquia São Benedito
Largo São Benedito, 117 - Centro
Cx. Postal 165 - Fone/Fax: (19) 38074320
Cep: 13900-970
Amparo SP
e-mail: paroquiasbenedit@uol.com.br
Pároco: Frei Celso Francisco de Faria
Paróquia São João Batista:
Paróquia São João Batista
Av. Europa, 220 - Jd. Camanducaia
Cx. Postal 2737 - Fone/Fax: (19) 38073065
Cep: 13900-970
Amparo SP
e-mail: parsjbatista@uol.com.br
Pároco: Padre Tarlei Navarro Pádua Souza
Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Arcadas:
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Paróquia Nossa Senhora Aparecida de Arcadas
Rua Alfredo de Barros, 17 - Distrito de Arcadas
Fone/Fax: (19) 39071056
Cep: 13908-240
Amparo SP
e-mail: nsraaparecida.amparo.@bol.com.br
Pároco: Padre Alexandre Pereira
Paróquia São Sebastião:
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Paróquia São Sebastião
Rua Cacilda Becker, 137 - Bairro Ribeirão
Fone/Fax: (19) 38071648
Cep: 13904-151
Amparo SP
e-mail: saosebastiaoamparo@bol.com.br
Pároco:Padre Francisco de Paiva Garcia
Paróquia Nossa Senhora das Brotas:
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Paróquia Nossa Senhora das Brotas
Praça Humberto Amaral, 20 - Centro
Cx. Postal 23 - Fone/Fax: (19) 38981209
Cep: 13950-970
Lindóia SP
Pároco: Padre Cézar Domingues de Oliveira

Paróquia Nossa Senhora da Penha:
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Paróquia Nossa Senhora da Penha
Praça Dr. Bernardino de Campos, s/nº - Centro
Cx. Postal 27 - Fone/Fax: (19) 38630807
Cep: 13970-970
Itapira SP
Pároco: Padre Tadeu Francisco Bonetti
Paróquia do Senhor Bom Jesus - Santuário:
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Paróquia do Senhor Bom Jesus - Santuário
Praça Bom Jesus, 10 - Centro
Fone/Fax: (19) 38991230
Monte Alegre do Sul SP
e-mail: santuariobomjesus@uol.com.br
Pároco:
Paróquia Nossa Senhora do Rosário:
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Paróquia Nossa Senhora do Rosário
Praça Lourenço Franco de Oliveira, s/nº - Centro
Fone: (19) 38923838 - Fax: (19) 38422855
Serra Negra SP
Pároco: Padre Nelson Antonio Demiciano
Cep: 13930-000
Paróquia São Francisco de Assis:
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Paróquia São Francisco de Assis
Praça Padre ÂngeloMarighetto, 01
Fone/Fax: (19) 38922617
Cep: 13930-000
Serra Negra SP
e-mail: parsfa@bol.com.br
Pároco: Padre Edgar de Barros Briozo
Paróquia Santo Antonio:
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Paróquia Santo Antonio
Rua Ribeiro de Barros, s/nº - Centro
Cx. Postal 86 - Fone/Fax: (19) 38630105
Cep: 13970-970
Itapira SP
e-mail: paroquia@paroquiasai.org.br
Pároco:
Paróquia São Benedito - Itapira:
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Paróquia São Benedito
Largo São Benedito, s/nº - Bairro São Benedito
Cx. Postal 30 - Fone/Fax: (19) 38631939
Cep: 13974-012
Itapira SP
e-mail: paroquia@paroquiasbi.org.br
Pároco: Padre Candido Eduardo da Costa
Paróquia São Judas Tadeu:
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Paróquia São Judas Tadeu
Rua Alfredo Bueno, 126 - Bairro Cubatão
Cx. Postal 81 - Fone/Fax: (19) 38630999
Cep: 13970-970
Itapira SP
Pároco: Padre Charles Franco Peron
Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Prados:
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Paróquia Nossa Senhora Aparecida dos Prados
Av. Brasil, s/nº - Bairro dos Prados
Fone: (19) 38434255
Cep: 13970-340
Itapira SP
e-mail: paroquiadosprados@hotmail.com
Pároco: Padre Carlos Roberto Panassolo
Paróquia Santa Cruz:
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Paróquia Santa Cruz
Praça Tiradentes, 281 - Bairro Santa Cruz
Cx. Postal 110 - Fone/Fax: (19) 38622129
Cep: 13800-970
Mogi-Mirim SP
Pároco: Padre Milton Modesto
Paróquia São Benedito - Mogi-Mirim:
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Paróquia São Benedito
Rua Maestro Azevedo, 135 - Centro
Cx. Postal 1042 - Fone/Fax: (19) 38621967
Cep: 13800-970
Migi-Mirim SP
e-mail: psbeneditomn@uol.com.br
Pároco: Frei Hilário Valcanaia
Paróquia São José:
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Paróquia São José
Praça São José, s/nº - Centro
Cx. Postal 17 - Fone/Fax: (19) 38622340
Cep: 13800-970
Mogi-Mirim SP
e-mail: paroquiadesaojose@ig.com.br
Pároco: Padre Carlos Alberto Rodrigues Jorge
Paróquia Senhor Bom Jesus do Mirante:
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Paróquia Senhor Bom Jesus do Mirante
Praça Itapira, 25 - Bairro Mirante
Cx. Postal 173 - Fone/Fax: (19) 38622443
Cep: 13800-970
Mogi- Mirim SP
e-mail: bomjesusmirante@ig.com.br
Pároco: Frei Jair Roberto Pasquali
Paróquia Divino Espírito Santo:
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Paróquia Divino Espírito Santo
Alameda Maurício de Nassau, 688 - Centro
Cx. Postal 87 - Fone/Fax: (19) 38021213
Cep: 13825-970
Holambra SP
Pároco: Padre Francisco Cocaign
Paróquia Santa Maria:
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Paróquia Santa Maria
Praça Papa João XXIII, s/nº - Centro
Cx. Postal 172 - Fone/Fax: (19) 38671535 - (19) 38672517
Cep: 13820-000
Jaguariúna SP
Pároco: Mons. Gilberto Edison Schneider
Paróquia Sagrado Coração de Jesus:
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Paróquia Sagrado Coração de Jesus
Praça Holambra, s/nº - Bairro João Aldo Nassif
Fone: (19) 38373309
Cep: 13820-000
Jaguariúna SP
Pároco: Padre José Corrêa de Oliveira Neto
Paróquia Sant'Ana:
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Paróquia Sant'Ana
Rua Siqueira Campos, 177 - Centro
Fone/Fax: (19) 38931368
Cep: 13920-000
Pedreira SP
Pároco: Padre José Eduardo Sartori
Paróquia Santo Antonio de Pádua:
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Paróquia Santo Antonio de Pádua
Rua Alfredo Martinelli, s/nº - Vila Sto Antonio
Cx. Postal 123 - Fone/Fax: (19) 38933341
Cep: 13920-970
Pedreira SP
e-mail: psantoantonio01@ig.com.br
Pároco: Padre João Gonçalves da Silva
Paróquia Santo Antonio de Posse:
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Paróquia Santo Antonio
Praça Coronel David Batista, 118 - Centro
Cx. Postal 07 - Fone/Fax: (19) 38961326
Cep: 13830-970
Santo Antonio de Posse SP
e-mail: p.s.antonio@uol.com.br
Pároco: Padre Sidney Wilson Basaglia
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